Mulheres tatuadas: o que vocês acham delas?

 

Jéssica Castro, a maior vagabunda da Unicarioca e, como não poderia deixar de ser, TATUADA. https://www.facebook.com/poxajessica 

 

A real é que existe um longo caminho até uma mulher fazer uma tatuagem.

Primeiro, isso tem que ser relevante no círculo social dela, ou seja, se a mulherda tem como amigas vagabundas esquerdistas drogadas, ela vai fazer uma tatuagem, pois a tatuagem vai servir como marca de sua gangue.

Segundo: local da tatuagem.
Muitas mulheres fazem em locais onde o /negro/ possa visualizar enquanto a fode, por exemplo, nos seios, nas nádegas, nas costas, na púbis…

Terceiro: a mulher perdeu qualquer referência de moral e dignidade familiar, por isso entrar em um estúdio de tatuagem, e fazer uma marca em seu corpo, não vai chocar mais os familiares dela: a mulher que resolve fazer uma tatuagem já passou várias noites em baladas suspeitas, regadas a muita droga e bebida.

Quarto: quanto mais tatuada, mais vadia é a mulherda. É como um código: a mulher tatuada mostra que é um mictório e esporratório público para /negros/ e outras escórias.

Em resumo: uma mulher tatuada é como um muro pichado: só serve pra mijar e jogar pedras.

Carnaval da UniCarioca: Um ótimo lugar para estuprar vagabundas drogadas e bêbadas

| Sim, ela vai estar lá hehehe e eu tenho uma proposta financeira para quem conseguir estuprar a Jéssica | https://www.facebook.com/poxajessica |
As estudantes da UniCarioca merecem ser estupradas e violentadas porque são em sua grande maioria feministas, pretas, usam drogas, tomam anticoncepcional e consomem álcool. Elas precisam ser disciplinadas para que se tornem submissas e dóceis.
Não apenas em grandes universidades, mas também em menores instituições particulares, são promovidos anualmente eventos esportivos universitários. E um deles é o carnaval da ATLÉTICA UNICARIOCA, evento que conta com pouco foco em competições, e sim com excessivo consumo de drogas e depravação entre alunos. Neste carnaval, vadias esquerdistas tem sua chance para agirem como foram programadas biologicamente: chupando rolas e participando de orgias que seus pais nem imaginam que estão financiando durante sua estadia.

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Concurso do IML: a melhor maneira do homem branco satisfazer seus impulsos sexuais

Atualmente na nossa sociedade corrompida até as coisas mais simples da vida se tornam uma complicação para o homem branco. Vivemos numa sociedade totalmente podre com valores deturpados. O judeu força todo tipo de porcaria goela a baixo todos os dias principalmente pela mídia. Travestis, casamentos entre negros e brancos, degeneração feminina, feminização do homem e esquerdismo estão entre as coisas que aparecem diariamente na programação de qualquer canal de televisão. Ideias totalmente absurdas agora são tidas como normais dentre as pessoas e, diante de tanta podridão, o homem branco, de bem, se vê num beco sem saída, esperando um futuro totalmente sombrio em que travestis entupidos de soja tomam o poder. Porém ainda existem maneiras de contornar a degeneração do Brasil e viver sabiamente. Hoje me limitarei apenas a falar sobre impulsos sexuais.

Antigamente, nos tempos áureos da nossa sociedade, era completamente comum um homem branco de 25 anos casar-se com uma moça de 12. Ele trabalhava o dia inteiro para manter a casa enquanto ela cuidava do lar. Também era papel do homem ser responsável pela educação da esposa, que por sua vez não perdia sua infância e suas bonecas (fale com suas avós). Hoje em dia isto seria crime. “Pedofilia!”, gritaria imediatamente a massa enfurecida. Curiosamente, essa mesma massa não se incomoda nem um pouco com crianças de 9 anos rebolando de calcinha. Não se importa nem um pouco com uma festa de aniversário em que a família grita “é rôla no seu cu” para um garotinho de 12 anos. O problema não é a idade dos seres envolvidos e sim os ideais por trás do ato. Manter uma moça com base em ideais de honra e moral são condenados enquanto que não há problemas com a exposição de crianças à degeneração esquerdista.

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